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domingo, 26 de janeiro de 2014

Recomeço

Revisitando sonhos antigos, ela percebeu que lhe faltava uma parte. Pegou todas aquelas folhas e resolveu voltar a escrever.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014



Talvez seja pelo sorriso, pelo sotaque, pelo fato de se entenderem ou por discordarem. Seria chato se todo mundo concordasse com todo mundo. Seria chato se todo mundo fosse chato. Seria chato se todo mundo fosse bom. Talvez seja pelo fato de compartilharem os mesmos valores, as mesmas ambições, a mesma chatice. Pode ser que em outra situação nem fossem amigos, pode ser que eles se encontrassem de qualquer forma, pode ser que seja destino, coincidência ou nada disso. Talvez por algo fazer sentido quando estão juntos, mesmo não parecendo. Mesmo sendo diferentes. Mesmo sendo tão diferentes. Talvez não seja nada disso. Ou tudo isso. Talvez seja especial, só. É fato que tem gente que vem e marca a vida gente, sem querer. Talvez fosse porque tinha que ser. Tem gente que a gente vai com a cara, sei lá. Sei lá.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

I am sure that is the only thing that will makes me feeling better.

domingo, 12 de janeiro de 2014

ciúmes?

sábado, 11 de janeiro de 2014

Sinto sua falta.
Sinto falta de você aparecer de vez em quando pra me perguntar como vão as coisas.
Sinto falta das nossas conversas.
Sinto falta de como me olhava.
Sinto falta.
Sinto falta de tanta coisa, que nem sinto mais nada.
Só vivo.

Só vivo. E vivo bem, apesar de sentir sua falta.

domingo, 5 de janeiro de 2014

a volta dele fez a cabeça dela girar de novo

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

sobrevivemos as festividades

domingo, 29 de dezembro de 2013

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

quando correr pro peito dele foi a melhor coisa a fazer. 

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

*-*
Eles não sabem o que está acontecendo ai dentro, então respire fundo e fique calma.

sábado, 7 de dezembro de 2013

entre amigos

por algumas horas eu esqueci tudo o que tinha acontecido essa semana,
por um momento, me coloquei em Terra e curti com quem estava comigo,
consegui sorrir, dançar, rir.
por um momento, olhei nos seus olhos e vi que eles estavam em mim.
com um abraco você preencheu tudo, por alguns minutos.
meus olhos vermelhos, minhas olheiras, meu silêncio mais forte.
Nada importou.
você respeitava o que estava acontecendo,
mesmo sem saber o que era, você sabia que estava doendo.
Mas dentro de um abraço, eu parei de pensar.
Eu estava com vocês. 
Entre amigos.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

O ano perdido

 
Dia 11 de fevereiro de 2013. Há pouco mais de 9 meses eu entrava num avião com uma única certeza: a incerteza! Trocava uma “formatura-certa” e um “futuro-certo” por um intercâmbio para um lugar que eu nunca tinha ido, nunca tinha ouvido falar e nunca tinha pensado em estar.
 Alguns chamaram de loucura, outros chamaram de coragem. Eu já nem tentava nomear. O que antes era sonho, já era quase fato no dia do embarque . O que seria, então? Meus pais chamavam de “investimento no meu futuro” (mas…não seria no presente?). Era muita justificativa para uma só opção: subverter a ordem das coisas na sociedade! (Como assim, você não vai se formar no “tempo certo”?).
Os pessimistas chamaram de “Ano Perdido”. A eles eu dedico o meu post. Eles estavam certos: eu, realmente, perdi muito esse ano!
Primeiro de tudo, eu perdi MAIS um ano normal na faculdade, imaginando como seria aquele mundo de que eu tanto ouvia falar, mas conhecia apenas uma insignificante parcela. Eu perdi de passar mais um ano pensando “E se…?.” Eu perdi um ano de desejar ser uma pessoa em intercâmbio. Eu perdi um ano de reclamações. Eu perdi um ano de atormentar os meus amigos e familiares com o meu mau humor e frustração. Eu perdi de passar um ano num lugar, achando que meu lugar era outro. Eu perdi uma formatura que me traria mais infelicidade que satisfação.
E tem mais!
Eu me perdi pela Europa, eu me perdi pelo mundo. Dei um pulinho na Ásia, só pra sentir o gostinho do – ainda mais – diferente. E querer voltar. Eu me perdi pelas ruas de todas as cidades que visitei, principalmente Barcelona!
Eu me perdi pelos meses, pelas semanas e pelas horas. E, só não me perdi mais, porque as estações do ano estavam sempre lá, dispostas a lembrar que os tempos estavam sempre dispostos a mudar, do mesmo modo que eu mudava.
Eu perdi ônibus, perdi trem, perdi avião. Sim, eu perdi!  Eu também perdi o sentimento de perda. Esse – que eu já começara a abandonar quando decidi vir para a Croácia – continua se perdendo em cada viagem, em cada conversa, em cada pessoa, em cada história de vida que eu não conheceria se tivesse continuado abraçada ao comodismo.
Eu perdi o medo. E esse, esse foi o mais difícil de perder. Às vezes ele visita, tenta se agarrar de volta, mas não demora a ser expulso. Perdi o medo da estrada, perdi o medo da solidão, perdi o medo do futuro. Eu perdi o medo da vida, eu perdi o medo da sociedade. E esse foi o mais lindo dos medos perdidos. Não, eu não ouvi falar. Eu vi. Eu vi que nesse mundo tem – SIM!- gente capaz de fazer o bem pelo bem. E isso trouxe a esperança de volta. Ah, a esperança! Mas, peraí, essa entra nos ganhos. E esse texto é sobre perdas, certo? Melhor parar por aqui…
Ah, eu também perdi o apego material. Claro que, infelizmente, ainda não totalmente. Sim, ainda lentamente, ele se esvai. Ele se vai. Ao longo de todo o processo anterior ao intercâmbio e ao longo do próprio intercâmbio. Primeiro por uma questão de racionamento de dinheiro e, pouco a pouco, por uma questão de consciência.  As coisas materiais acabaram por se tornar simplesmente…materiais. Apesar de matéria, elas carecem de substância!
É a tal da filosofia da banana, que minha grande amiga, companheira, aventureira desse ano de filosofias, viagens e aventuras, Jana Maurer, bem nomeou e descreveu aqui.E isso só entende e concorda quem já sentiu a sensação de ter a “vontade de conhecer” mais pesada que a “mochila nas costas”.  É incrível como o “ter” se torna totalmente substituível pelo “conhecer”.
E, finalmente, alguns irão argumentar: mas, e os momentos com seus amigos e familiares que você, efetivamente, perdeu? Aqui, eu reconheço, eu perdi. Mas, com isso, eu (re)conheci  o que e quem eu realmente sinto falta nos meus dias. Eu (re)conheci o que realmente é importante pra mim no Brasil e/ou em qualquer lugar do mundo: pessoas, afeto, laços, momentos, que se criam e renovam no tempo. Ops! Esses são, de novo, ganhos e não perdas.
E aí eu chego à última e mais importante da lista (não exaustiva) de perdas: eu perdi o lado negativo da vida. Perdi essa mania de ver tudo pela ótica da perda. Porque, no fim, toda perda tem seu ganho. Você só estava cego demais para enxergar.E aí, eu também perdi a cegueira. Cegueira de achar que eu era incapaz de narrar minha própria história.
Pois é. Eu perdi muito.
 
*Ps: Este texto serve apenas como incentivo àqueles que têm a vontade de fazer um intercâmbio mas não o fazem por medo das eventuais “perdas”. Eu, apesar de muito sonhadora, não perdi – ainda- a noção de que há pessoas que não têm a possibilidade de fazer um intercâmbio, ou mesmo não têm o mesmo sonho, ou, ainda, têm a opção de trilhar outros caminhos, mesmo o tradicional.  Todo o meu respeito à história de cada um. 

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

senti sua falta

Eu depositei todas as minhas fichas em você, eu sei que não me enganei, só estamos num tempo diferente. Afinal a vida é isso, um eterno desencontro. Se deixar ir embora, tem de assumir as consequências.

sábado, 30 de novembro de 2013

Por onde andará?

"Eu gosto demais de você
Mas não quero saber de você

Então, deixa!
Que eu vou viver minha vida
Continuar minha rima
E desejar para que tudo lhe vá bem"

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

FELICIDADES

Utilidade pública para meninos desavisados

nunca diga pra uma garota seu passado. Sua irmã, sua melhor amiga, sua namorada, nenhuma delas ficará muito feliz por saber quem foi que te deu o primeiro beijo, quem te fez o melhor cafuné, qual foi a mais bonita. Você pode matar a curiosidade dela, ou pode simplesmente estar falando sobre assuntos que ela não gostaria de ouvir. De qualquer forma, o resultado não é bom.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Thanksgiving

Você tem que se agarrar em algo e ser forte. A experiência é incrível, as pessoas são incríveis, os lugares que estamos/fomos/iremos são incríveis. Há muito a ser conquistado ainda, há muito a ser transformado.

Sabe o que faz um lugar incrível ficar inesquecível? As pessoas: Quem te deu um abraço quando precisava, quem riu contigo, quem te deu um beijo, quem te escreveu um cartão, quem tava junto...
vendo aquilo tudo e fez daquele momento ainda melhor. Quem te fez crescer mais, mas tambem quem te fez mais criança. Quem te trouxe chocolate quente quando precisava, quem ficou preocupado contigo e te trouxe pra casa, quem falou vamo! Assim que você perguntou. Quem deixou o facebook aberto Quem pagou mico junto, quem foi rezar junto, quem foi pra Vegas junto, quem te enche o saco toda noite pra uma conversa boa, sensata ou não. Quem virou a noite junto, batendo papo, fazendo essay, preparando apresentação. Quem te faz sorrir mesmo numa aula chata de Writing. Quem não te deixa bater na professora de Writing. Quem te ouviu pra caralho quando você tava triste e quando não estava também. Quem tava aqui, mesmo não estando. As pessoas.

A melhor experiência da sua vida, o melhor dia da sua vida, a melhor coisa da vida, depois de Deus, são as pessoas.
É o que te da mais problema, mais pepino, mas mais graça pra vida da gente.

Esse Thanksgiving é pra agradecer tudo que eu recebi, as pessoas que são importantes pra mim, sejam as que eu conheci aqui e por aquelas que estão um pouquinho distantes. Deus tem me dado muitos presentes e agora ta na hora de agradecer. Rezo por cada um, amo cada um. E em cada um, em sua diferença, eu me descubro e me faço melhor. Obrigada por estarem comigo.
 
 

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Lembra de quando me disse que se quisesse conversar era só chamar?

Tá de pé ainda? ;)